Segunda-feira, Novembro 17, 2008

Á beira de um Ataque de Nervos


Este fim-de-semana, resolvi explodir!
Sem motivo aparente, vi-me num vale de lágrimas inexplicáveis!
Tudo em mim era revolta, fúria e desespero!
Os gritos de indignação assombravam-me a passos largos e transformavam-se em palavras duras e frias onde brindava todos aqueles que me dirijiam a palavra. Sentia medo do óbvio, arrepiava-me o comum, enojava-me a trivialidade e a inferioridade! E tal soro da verdade, vi-me inebriada numa atmosfera negra onde a violência, seja qual o tipo, transpirava por todos os meus poros.
O que poderia estar a despoletar tão vil sentimento em mim?
Sempre me considerei uma priveligiada no trato que recebo de todos os meus amigos. Sinto-me sempre compreendida, amada e bem tratada por todos eles. Tenho uma familia exemplar, onde o apoio é uma constante, independentemente do caminho que opto percorrer! Sinto-me num núcleo em que posso ser eu, sem máscaras e sem mentiras. E onde me é permitido refugiar, quando surje uma realidade que não quero ver! Por todos sou extremamente mimada!
Todas as palavras de carinho e de preocupação que ouvi se transformaram em punhais e armas de fogo, onde arremessava em todas as direcções! Não existia na realidade nenhum alvo específico, tudo que mexia e falava eram supostos culpados da minha revolta! E quanto mais exprimia a minha fúria, mais sentia revolta no meu ser.
Após dia reflexivo, que foi o meu domingo, não poderia de deixar aqui e em directo no meu espaço, um pedido de desculpas a todos os mais prejudicados neste meu acesso de fúria:
E começo pelo Meu Amigo Ruben, que é o meu braço direito, o meu braço esquerdo, meu confidente, o único motivo de boa disposição do Lusitano (e companheiro no regresso a casa);
O Álvaro, o meu marido mai lindo do meu portugal, o meu assessor de imprensa no que diz respeito a sms trocadas a horas impróprias, meu companheiro nos momentos ébrios onde a muito custo tentamos descobrir um top model numa multidão (companheiro também no regresso a casa, mesmo que a dormir);
Tiago primo, que se resume única e exclusivamente à minha alma gémea (amo-te muito, meu amor);
O Pedro (pi) o mais que tudo da minha alma gémea, onde as palavras fluem como uma brincadeira de criança e os abaços e o gosto muito de ti se escapam no meio de uma turbilhão de ideias (muitos parabéns)
César, que para mim é e será sempre o meu padre amaro, possui a capacidade de transformar todos os momentos inglórios em únicos de simples prazer (meu amaro costa cabral)
Tiago dias, tal e qual o esquadrão da moda, onde a boa disposição é a ordem do dia (ou será da noite?) onde o carinho, as conversas e os beijinhos com abraços à mistura são uma constante (quero-te sempre perto de mim)
Frederico, o meu doce com travo a mel, é o único adoçante natural que queremos ter durante a vida toda, e com o qual me vou casar a Las Vegas (txi amo djimais)
O Pedro (orangina, um dia vais explicar-me o porquê desta alcunha) que encarna a muito custo o meu alvo predilecto de discórdias, noite após noite, e que tenho o privilégio de partilhar as traduções mais loucas das nossas canções (dat is deres no uai itz ouver gud loc)
A todos vocês o meu pedido de desculpas, deste meu mau feitio! Adoro-vos tal e qual da maneira como são!